A câmara escura de orifício é um objeto totalmente fechado, com as paredes opacas e com um pequeno orifício em uma das faces. Ao colocarmos um pequeno objeto luminoso em frente à câmara, podemos observar a imagem formada na parede oposta ao orifício, sendo essa imagem real e invertida.
O olho humano se comporta como uma câmara escura de orifício, onde a luz entra pela íris, e o orifício central é a pupila. Ao penetrar a pupila, a luz chega à região oposta chamada de retina, onde a imagem é formada.
Na câmara escura, quanto menor for o orifício, mais nítida será a imagem formada pela câmara.
CONSTRUINDO UMA CÂMARA ESCURA:
1 tubo de papelão
1 pedaço de papel vegetal
1 tesoura
1 vela
Fita crepe/similar
Cartolina
Lápis
1º Pegue um tubo de aprox. 40cm, corte em 10cm;
2º Na cartolina desenhe a circunferência do tubo, prenda com fita numa das pontas do tubo maior;
3º Com a ponta do lápis faça um furo na cartolina - (Reserve);
4º Numa das pontas do tubo menor, prenda com fita uma circunferência feita de papel vegetal;
5º Prenda o tubo menor com a face (a que está com papel vegetal), com a face (ainda aberta do tubo maior);
6º Agora você tem uma câmara escura.
Deixe o ambiente o mais escuro possível, ligue a vela e olhe pela face oposta ao orifício.
Você irá perceber que a imagem da vela, será projetada invertida.
Obs.: Se quiser coloque uma lupa encostada na face com orifício para aumentar a nitidez.
CONCLUSÃO:
A luz emitida em linha reta, pela parte superior da vela, se propaga inferiormente no papel vegetal;
A luz emitida em linha reta, pela parte inferior da vela; se propaga superiormente no papel vegetal.
Nome: ARTHUR KRUMENAUER
terça-feira, 3 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Porque o céu é azul?
A resposta está em como os raios solares interagem com a nossa atmosfera.
A luz é uma onde eletromagnética, e ela se colide com as moléculas que existem na nossa atmosfera fazendo com que fossem emitidas diversas cores. A cor azul é a onde de menor comprimento, e a vermelha de maior comprimento, as ondas de cores de menor comprimento tem a propagação mais fácil.
Porém a luz violeta é menor do que a luz azul então porque o céu não é violeta? Porque na luz solar não existe luz violeta suficiente para iluminar o céu.Observem a decomposição da luz através de um prisma: Bons podem dizer que o prisma é a nossa atmosfera e a luz branca nossa luz solar.
Ao entardecer: O momento em que as cores, vermelho, laranja e amarelo são separadas e se tornam visíveis.
O Experimento:
Lista de Material Uma lanterna de luz branca, uma aquário, água e um pouco de leite.
1) Coloque o aquário em cima de uma mesa, coloque água até a metade e coloque a lanterna encostada em uma das paredes do aquário;
2) Tente observar o feixe de luz que se propaga pela água;
3) Acrescente gotas de leite;
4) Segure a lanterna contra o aquário , como foi feito antes. Repare que o feixe de luz agora é fácil de ser visto ao atravessar a água. Observe o feixe de luz olhando pelas outras laterais e pela face oposta a da lanterna, por onde a luz escapa do recipiente. Repare que, de lado, o feixe é visto ligeiramente azul e na extremidade oposta, aparece um pouco amarelado.
5) Acrescente um pouco mais de leite na água e observe o que acontece. Agora, visto de lado, o feixe de luz mostra-se bem azul e bastante laranja visto pela face oposta à da entrada da luz.
Nomes: Alison Vidal
Letícia Briasco
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
PESQUISA DA SEMANA - Pará
Mesmo se plebiscito decidir, divisão do Pará dependerá do Congresso
Nessa hipótese, Câmara e Senado votarão projetos de novos estados.
Se aprovarem, Dilma terá de sancionar. Depois, pode haver recurso ao STF.
Nessa hipótese, o processo será longo. Começará com uma avaliação da Assembleia Legislativa do Pará, passará por decisões do Congresso Nacional e culminará com a sanção ou veto pela presidente Dilma Rousseff. Se sancionada, a lei de criação dos novos estados ainda pode vir a ser contestada no Supremo Tribunal Federal (STF).
O resultado das urnas só será definitivo se a resposta da população for não para a divisão do Pará - isso encerraria o processo.
No caso de aprovada a criação dos novos estados, o passo seguinte será ouvir a Assembleia Legislativa do Pará. Os parlamentares locais terão de elaborar e votar um parecer sobre o assunto, que será encaminhado ao Congresso Nacional.
De acordo com a Constituição, a criação de novos estados só pode ser feita por meio de lei complementar, aprovada pela maioria absoluta dos parlamentares tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado.
Se o plebiscito decidir pela divisão do Pará, o Congresso terá que apreciar dois projetos de lei - um para cada nova unidade da federação.
Os projetos deverão prever a formação das assembleias, que vão definir as constituições dos novos territórios e trazer regras básicas de funcionamento de serviços públicos e outras orientações sobre a organização dos estados, como a extensão e duração dos poderes do governador, que inicialmente seria nomeado pela presidente da República.
Todo esse conjunto de regras será discutido e votado pelo Congresso, onde passará por comissões temáticas e pela Comissão de Constituição e Justiça.
Depois de discutido e aprovado o parecer, o projeto será enviado ao plenário da Câmara dos Deputados para um turno de discussão e outro de votação.
A mesma tramiutação será seguida no Senado. Se houver alterações de conteúdo, o projeto terá de voltar para ser revisto pelos deputados.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
PESQUISA DA SEMANA - Bahia
IV Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
Segurança alimentar é discutida em conferência nacional na capital baiana.
Aproximadamente duas mil pessoas representantes de governos e da sociedade civil de todos os estados brasileiros discutem durante três dias, na Bahia, a implementação de políticas públicas de garantias à alimentação adequada para milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza.
O debate, iniciado nesta segunda-feira (7), no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador, é realizado durante a 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - Alimentação Adequada e Saudável: direito de todos, que acontece até a próxima quinta (10). Representantes de países da América do Sul e da África também participam do evento para conhecer a experiência brasileira no setor.
A abertura do evento contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, do governador Jaques Wagner, de secretários de Estado e prefeitos baianos e de outros estados do Brasil. Além de representantes indígenas, de agricultores familiares, ONGs, movimentos sociais, entidades religiosas entre outros.
Um dos objetivos da conferência é promover a soberania e segurança alimentar, por meio da implementação da política e do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) nas esferas de governo e com a participação da sociedade. A escolha da Bahia para sediar o encontro está associada ao processo de implementação do Sisan e de implantação de programas que contribuíram para a promoção da segurança alimentar.
Segundo o secretário baiano de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, Carlos Brasileiro, milhões de brasileiros foram retirados da fome por meio das ações desenvolvidas pelos estados. Outro resultado positivo, segundo o Ipea, é a retirada de 970 mil baianos da condição de pobreza.
Entre as ações que contribuem para assegurar a alimentação adequada estão a inclusão de 268 mil famílias no Programa Bolsa Família, incentivo à agricultura familiar, apoio a 1.097 projetos comunitários de geração de renda, beneficiando 105 mil famílias em 344 municípios, entre 2007 e 2010, por meio do programa Produzir, e elaboração da Política Estadual de Alimentação e Nutrição.
Segurança alimentar é discutida em conferência nacional na capital baiana.
O debate, iniciado nesta segunda-feira (7), no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador, é realizado durante a 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - Alimentação Adequada e Saudável: direito de todos, que acontece até a próxima quinta (10). Representantes de países da América do Sul e da África também participam do evento para conhecer a experiência brasileira no setor.
A abertura do evento contou com a presença do ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, do governador Jaques Wagner, de secretários de Estado e prefeitos baianos e de outros estados do Brasil. Além de representantes indígenas, de agricultores familiares, ONGs, movimentos sociais, entidades religiosas entre outros.
Um dos objetivos da conferência é promover a soberania e segurança alimentar, por meio da implementação da política e do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) nas esferas de governo e com a participação da sociedade. A escolha da Bahia para sediar o encontro está associada ao processo de implementação do Sisan e de implantação de programas que contribuíram para a promoção da segurança alimentar.
Segundo o secretário baiano de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, Carlos Brasileiro, milhões de brasileiros foram retirados da fome por meio das ações desenvolvidas pelos estados. Outro resultado positivo, segundo o Ipea, é a retirada de 970 mil baianos da condição de pobreza.
Entre as ações que contribuem para assegurar a alimentação adequada estão a inclusão de 268 mil famílias no Programa Bolsa Família, incentivo à agricultura familiar, apoio a 1.097 projetos comunitários de geração de renda, beneficiando 105 mil famílias em 344 municípios, entre 2007 e 2010, por meio do programa Produzir, e elaboração da Política Estadual de Alimentação e Nutrição.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
PESQUISA DA SEMANA - Espírito Santo
Professores do Instituto Federal do ES decidem rumos da greve
Uma assembleia acontece nesta quinta-feira (3), no Campus de Vitória.
Servidores querem reajuste de 14,67% e adequação da carreira.
Os professores do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) realizam uma assembleia na tarde desta quinta-feira (3), às 14h, no Campus da avenida Vitória, na capital, para decidirem os rumos da greve, que já dura mais de 80 dias.
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